A cada perda, muitas reflexões. A cada perda, muitas lembranças. A cada perda, muitas saudades.
Perdas são inerentes ao percurso que a vontade superior nos destinou neste chão marcado pelos nossos passos a serviço das nobres causas. Finito é esse percurso. Quando, para cada uma de nós, vai ele terminar está além da nossa humana e limitada sabedoria.
Perdas de amigos ferem nosso íntimo, mas são inevitáveis. Nesses perdas, perdemos um pouco de nós mesmos.Nessas perdas vão-se pulsantes frações das nossas memórias de bom convívio.
Ontem foi-nos dia de perda. Perdemos Kubiczewski, um alegre amigo. Perdemos sua respeitosa e amiga irreverência.De sua voz não ouviremos mais relatos passados que nos uniram em nossas juventudes. Sua definitiva ausência nos subtrairá momentos de contente convívio. Sentiremos essa ausência, mas sua imponente figura não se apagará em nossas mentes. Doloridos, resta-nos absorver o divino desígnio que o levou -- sempre pleno de alertas e ensinamentos.